Quem sou eu?
E o que faço aqui?
O que terei aqui para fazer neste mundo?
Não sei o que diga,
Não sei o que faço,
E o que lhe diga.
Pois sei que ninguém
Confia em mim.
Eu queria que isso acontecesse
Pois felicidade não se vê,
a felicidade sente-se.
Pois sei que ninguém tem sentimentos.
Porque senão ninguém julgava
os outros como fazem
Eu não queria que isso acontecesse.
Agora que penso nisso
Sei o quanto isso dói e magoa.
Devemos ser todos amigos!
Carla Tatiana Ferreira Azevedo, 7º E
quarta-feira, 7 de março de 2012
Tu
Olhar-te nos olhos
Beijar-te na boca ,
Amar-te como tu me amas,
Chorar como tu choras,
Sorrir como tu sorris ,
A tua tristeza igual à minha,
A tua felicidade igual à minha!
Se a vida for amar, ama…
Se a vida for guerra, luta…
Se a vida for tristeza pensa que ele está presente
Se a vida for felicidade… tu sentes-te feliz!
Diana Carina Pereira Guimarães, 7º E
Beijar-te na boca ,
Amar-te como tu me amas,
Chorar como tu choras,
Sorrir como tu sorris ,
A tua tristeza igual à minha,
A tua felicidade igual à minha!
Se a vida for amar, ama…
Se a vida for guerra, luta…
Se a vida for tristeza pensa que ele está presente
Se a vida for felicidade… tu sentes-te feliz!
Diana Carina Pereira Guimarães, 7º E
O amor é o limite
Vi uma menina à janela,
Com o seu cabelo ao luar.
Gostei tanto, tanto dela,
Nunca mais a quis deixar!
Todas as noites de lua cheia,
Ela punha os cabelos à janela.
Já estava comprometido a casar,
Mas queria que a minha esposa fosse ela.
Fui ter com o meu pai,
E expliquei-lhe a situação.
Mas ele não quis perceber,
Não aceitou a minha paixão.
Fui ter com a donzela,
Declarei-me dizendo o quanto a amava.
Ela deu-me um beijo ternurento,
Por ela, tudo deixava!
A situação era infeliz,
Minha apaixonada iria casar.
Dando-lhe um abraço carinhoso,
Disse-lhe que ninguém nos iria separar.
No dia do casamento dela,
Eu estava lá para o impedir.
Mas o pai dela era um rei muito poderoso,
E eu tive que fugir.
Casada a minha dama,
E eu a ser obrigado a casar,
Que solução haveria
A não ser me matar?
Peguei no meu punhal de prata,
Para meu coração trespassar.
Se não tenho meu amor por perto
Mais vale me suicidar!
Quando soube da notícia,
A donzela apaixonada,
Nem queria acreditar
Que o seu amor se matara!
Seguindo o seu coração,
E não pensando em mais nada
Pediu um a carrasco
Para ser enforcada.
Este, vendo a princesa,
Não aceitou a sua solicitação.
Mais tarde encontraram a donzela
Com uma seta no coração.
Este poema é um exemplo,
Que o amor deve prevalecer.
Por se amarem um ao outro
Estiveram dispostos a morrer!
Alexandra Silva, nº1, 7º E
Com o seu cabelo ao luar.
Gostei tanto, tanto dela,
Nunca mais a quis deixar!
Todas as noites de lua cheia,
Ela punha os cabelos à janela.
Já estava comprometido a casar,
Mas queria que a minha esposa fosse ela.
Fui ter com o meu pai,
E expliquei-lhe a situação.
Mas ele não quis perceber,
Não aceitou a minha paixão.
Fui ter com a donzela,
Declarei-me dizendo o quanto a amava.
Ela deu-me um beijo ternurento,
Por ela, tudo deixava!
A situação era infeliz,
Minha apaixonada iria casar.
Dando-lhe um abraço carinhoso,
Disse-lhe que ninguém nos iria separar.
No dia do casamento dela,
Eu estava lá para o impedir.
Mas o pai dela era um rei muito poderoso,
E eu tive que fugir.
Casada a minha dama,
E eu a ser obrigado a casar,
Que solução haveria
A não ser me matar?
Peguei no meu punhal de prata,
Para meu coração trespassar.
Se não tenho meu amor por perto
Mais vale me suicidar!
Quando soube da notícia,
A donzela apaixonada,
Nem queria acreditar
Que o seu amor se matara!
Seguindo o seu coração,
E não pensando em mais nada
Pediu um a carrasco
Para ser enforcada.
Este, vendo a princesa,
Não aceitou a sua solicitação.
Mais tarde encontraram a donzela
Com uma seta no coração.
Este poema é um exemplo,
Que o amor deve prevalecer.
Por se amarem um ao outro
Estiveram dispostos a morrer!
Alexandra Silva, nº1, 7º E
segunda-feira, 5 de março de 2012
O nosso blogue...
Olá!
Este é o blogue da turma 7º E, da Escola Básica dos 2º e 3º ciclos de Viatodos! A professora de Língua Portuguesa, Sandra Morais, lançou-nos o repto de criarmos uma página com algum do material escrito que vamos produzindo em aula e é, claro, que aceitamos o desafio! Esperamos que apreciem o nosso blogue e, se possível, que o comentem, também! ;-)))))
Este é o blogue da turma 7º E, da Escola Básica dos 2º e 3º ciclos de Viatodos! A professora de Língua Portuguesa, Sandra Morais, lançou-nos o repto de criarmos uma página com algum do material escrito que vamos produzindo em aula e é, claro, que aceitamos o desafio! Esperamos que apreciem o nosso blogue e, se possível, que o comentem, também! ;-)))))
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
O Homem que Lê
Eu lia há muito.
Desde que esta tarde
com o seu ruído de chuva chegou às janelas.
Abstraí-me do vento lá fora:
o meu livro era difícil.
Olhei as suas páginas como rostos
que se ensombram pela profunda reflexão
e em redor da minha leitura parava o tempo.
De repente sobre as páginas lançou-se uma luz
e em vez da tímida confusão de palavras
estava: tarde, tarde... em todas elas.
Não olho ainda para fora, mas rasgam-se já
as longas linhas, e as palavras rolam
dos seus fios, para onde elas querem.
Então sei: sobre os jardins
transbordantes, radiantes, abriram-se os céus;
o sol deve ter surgido de novo.
E agora cai a noite de Verão, até onde a vista alcança:
o que está disperso ordena-se em poucos grupos,
obscuramente, pelos longos caminhos vão pessoas
e estranhamente longe, como se significasse algo mais,
ouve-se o pouco que ainda acontece.
E quando agora levantar os olhos deste livro,
nada será estranho, tudo grande.
Aí fora existe o que vivo dentro de mim
e aqui e mais além nada tem fronteiras;
apenas me entreteço mais ainda com ele
quando o meu olhar se adapta às coisas
e à grave simplicidade das multidões,

então a terra cresce acima de si mesma.
E parece que abarca todo o céu:
a primeira estrela é como a última casa.
Rainer Maria Rilke, in "O Livro das Imagens". Tradução de Maria João Costa Pereira
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